Pouco mais de um ano minha mãe conheceu um cara, muito bonito e simpático por sinal, chamado Beto, um cara de 51 anos, super em forma, 1,82m e alguns cabelos grisalhos muito charmosos. No inicio claro que eu não gostei de ver minha mãe com outro homem que não fosse meu pai, mas Beto se mostrou muito gente fina e fazia minha mãe feliz, com o tempo ele buscou se aproximar de mim conseguindo me comprar com presentes e muita camaradagem.
Faz pouco tempo nos mudamos para a casa dele, onde nos aproximamos mais, pois ele só tinha duas filhas que moravam com a ex-mulher dele e nenhum filho homem, eu, embora gay, nunca fui afeminado, sempre gostei de atividades e programas tipicamente masculinos, então estava sendo o filho que ele não teve. Algum tempo já morando com ele, me convidou para acompanhá-lo à academia que ele frequentava, sempre me mantive em forma praticando esportes, mas nunca frequentei academia, então decidi aceitar pra ver se eu iria gostar. No primeiro dia após os exercícios, fomos juntos tomar uma ducha e foi a primeira que eu vi ele sem roupa, eu tentava desviar o olhar, pois sempre o respeitei muito por causa da minha mãe, mas por vezes meu olhar era puxado a admirar seu corpo peludo, com pelos castanhos e grisalhos que se alternavam, ele estava super a vontade na minha frente, até parecia ter se esquecido do que era que eu gostava, tive que me controlar muito para não ficar excitado. Meus olhos muitas vezes fitavam sua rola fora do normal fotografando-a em minha mente, logo ele me pegou olhando e disse apalpando-a “é isso que tua mãe tem que aguentar toda noite”, eu torci a boca e disse que era desnecessário aquele comentário, ele riu e pediu desculpas da boca pra fora porque ele não estava nem um pouco arrependido. Naquela noite bati uma punheta muito gostosa lembrando dele nu embaixo do chuveiro ensaboando aquela arma de prazer em massa de proporções monstruosas, gozei litros e depois dormi na mais absoluta paz.Eu até que gostava de frequentar a academia, mas quanto mais nossa intimidade evoluía, ele começou a fazer brincadeiras mais fortes e um dia não consegui esconder minha excitação, fiquei muito constrangido, embora ele tenha levado na esportiva. Logo comecei a inventar desculpas para não ir mais a com ele, pois não conseguia mais esconder o tesão que ele me provocava, já fazia bastante tempo que eu havia terminado meu namoro e desde então não havia ficado com mais ninguém, um cara de 17 anos excita-se muito facilmente, ainda mais se estiver na seca. Também comecei a evitar ficar sozinho com ele em casa e não demorou pra que todo mundo começasse a estranhar, pois eu costumava me dar muito bem com ele. Minha mãe veio perguntar pra mim o que estava acontecendo, que de uma hora pra outra eu estava me afastando do Beto, claro que eu menti e disse que o problema não era com ele, era só que eu estava enfrentando alguns problemas na escola o que estava me deixando meio avulso, aparentemente ele aceitou a resposta e simplesmente disse que se ela pudesse me ajudar era só eu disse. No dia seguinte Beto disse que queria falar comigo depois do café, eu enrolei tomando café imaginando o tom da conversa, mas não podia ficar ali o dia todo, ele estava terminando de arrumar-se no quarto deles e minha mãe já havia saído, eu ia evitá-lo mais uma vez indo para o meu quarto escovar os dentes, quando ele me viu passar e me chamou, eu entrei no quarto e fiquei em de pé esperando ele começar a falar. Logo ele me mandou sentar, me sentei na beira da cama e ele se sentou próximo de mim, me perguntou o que ele havia feito, fingi que não sabia do que ele estava falando e disse que nada, então ele começou a enumerar todo o meu comportamento nos últimos dias, quando terminou de falar perguntou se esperava que ele acreditasse que não havia nada errado e colocou a mão sobre minha perna, não consegui ignorar a mão dele me tocando e disse pra ele não fazer aquilo, peguei o travesseiro e coloquei sobre meu colo pra esconder minha ereção, logo ele entendeu qual era o problema e perguntou se eu estava apaixonado por ele, eu disse que não, era só que não conseguia mais ficar sozinho com ele sem me excitar, principalmente depois de ver ele pelado tantas vezes na academia, então disse a ele que era melhor eu arrumas um namorado logo ou ir morar com meu pai antes que eu fizesse alguma coisa que me arrependesse. Depois da nossa conversa o deixei pensando e sai do quarto dizendo apenas que minha mãe não precisava ficar sabendo da nossa conversa.
Poucos dias depois minha mãe teve que viajar a negócios, coisa normal, eu já estava acostumado, geralmente não durava mais que um final de semana e geralmente eu vou pra casa do meu pai, mas era a primeira vez que ela viajava desde que nos mudamos pra casa do Beto, devido o que estava acontecendo, disse a ela que iria pra casa do meu pai como de costume e claro escondendo meus reais motivos, mas ela disse que era pra fazer companhia pro Beto enquanto ele não estivesse, então disse a ela que ficaria, mas não tinha nenhuma intenção de fazer isso. Algumas horas depois que ela viajou, fui até meu quarto e coloquei algumas roupas numa mochila, quando eu estava prestes a sair, Beto apareceu e perguntou pra onde eu ia, eu falei que estava indo passar o final de semana com o meu pai e ele já sabia o motivo, então ele disse pra mim ficar que ele não queria ficar sozinho, a cara que ele fez deu até dó, mas eu disse a ele que não queria me arrepender depois, então ele veio até mim, pegou a mochila da minha mão e disse mancinho que eu não iria me arrepender, pronto, foi o suficiente pra me desarmar, não lembro quem tomou a iniciativa, quando me vi já estava grudado na boca dele com sua barca a pinicar meu rosto.
Fomos para o quarto e sem muita cerimônia tiramos nossas roupas, nossos cacetes já estavam mais do que duros. Ele sentou-se na beira da cama com as pernas abertas, cheguei a sentir um frio na barriga quando eu vi aquela tora ereta na minha frente, eu não era mais virgem, mas meu cuzinho nunca tinha enfrentado um desafio tão grande, logo ele fez um gesto com a mão me chamando a mamar sua rola corpulenta, não me fiz de rogado, me ajoelhei aos seus pés e engoli o quanto pude daquele caralho que mal cabia na minha boca, eu chupava e alternava entre seu pau e sua bolas enquanto ele se contorcia e urrava como um urso. Logo ele disparou “Eli, tu chupa muito, cara, mas eu tô querendo é rasgar esse teu cuzinho inteiro”, um arrepio gelado percorreu minha espinha, um misto de excitação e medo, mas eu não iria arregar, mesmo que eu não conseguisse nem sentar no dia seguinte. Ele me disse onde estavam os preservativos e o lubrificante, eu peguei uma camisinha tamanho especial, coloquei nele e depois caprichei no lubrificante espalhando bem, coloquei um pouco mais de lubrificante na mão e passei no meu cuzinho lubrificando e abrindo caminho com meus dedos, ele só me observava deitado com as pernas pra fora da cama masturbando-se levemente com um sorriso nos lábios que misturava orgulho e tesão.
Quando me senti pronto, me virei de costas, ele veio mais pra beirada da cama e abriu mais as pernas, eu posicionei o pau dele na minha entradinha e comecei a sentar devagar, fechei os olhos e fui me guiando apenas pelo tato, a penetração estava difícil e por vezes eu segurava a respiração, mas ele foi muito paciente e a cada tentativa eu conseguia ir um pouquinho mais longe, até que eu consegui colocar a cabeça do pau dele pra dentro, minhas pregas estavam no limite me proporcionando uma sensação de dor gostosa e um sentimento de superação, logo fui deslizando devagar fazendo pequenas paradas para adaptar meu cuzinho ao formato do pau dele. Quando consegui chegar à base e senti seus pentelhos roçando minhas nádegas foi uma sensação maravilhosa e eu estava muito orgulhosa de mim, sentindo meu cu totalmente preenchido, ele começou a acariciar meus quadris e minhas costas dizendo pra cavalgar gostoso no pau dele, foi exatamente o que eu fiz. Logo ele estava me comendo de quatro, frango assado e de ladinho sendo comido como nunca antes havia experimentado, meu corpo tremia de prazer e gemia descontroladamente, ele me levou a gozar duas vezes, antes dele finalmente me segurar firme e explodir em gozar aos urros, chegando a me arrepiar intero.
Depois de ambos mais do que satisfeitos, ficamos ali largados olhando para o teto, suados e ofegantes, eu não conseguiria me levantar mesmo que eu quisesse, pois minhas pernas estavam tremulas, então ele me confessou que não fazia sexo anal com minha mãe, porque ela tinha medo, mas ele adorava e eu tinha um cuzinho muito gostoso. A menção da minha mãe me deixou sentindo culpado e disse a ele que me sentia traindo ela, então ele me perguntou se eu estava arrependido, disse que não e antes de eu terminar o que eu ia falar, ele disse que era pra esquecer esses sentimentos porque ele iria querer me comer o final de semana inteiro, eu sorri e o beijei mais uma vez. Assim foi o final de semana inteiro, transamos no chão da cozinha, em cima da mesa, no sofá da sala, no tapete, no banheiro e outras vezes no quarto novamente, dormimos juntos e não nos demos ao trabalho de vestir roupas, ficávamos o tempo todo nus dentro de casa, parávamos apenas para ir ao banheiro, comer e beber água, já estava ficando assado, mas só passava uma pomadinha e começávamos de novo.
Quando minha mãe chegou, foi difícil de agir como se nada tivesse acontecido, mas nunca contei nada do que havia acontecido. No decorrer da semana eu voltei a freqüentar a academia e minha relação como Beto estreitou-se ainda mais, com o tempo me tornar amante do meu padrasto tornou-se tão natural pra mim que eu já não sentia mais culpa. Certa vez chegamos a transar no vestiário da academia em um dia de pouco movimento e isso foi só o começo para muitas outras coisas que começamos a aprontar juntos.





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