segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Conto: Fruto Proibido

    Nunca esperei sentir algo assim por alguém que me deveria ser intocável, não vou dizer que era amor, mas sim um desejo mais forte do que minha razão, um desejo que não deveria existir, um desejo que me fez sentir um traidor pecaminoso. Meu nome é Elias, sou um jovem de 17 anos e moro com minha mãe desde que meus pais divorciaram-se a cinco anos. Assumi minha homossexualidade a dois anos quando me envolvi em um relacionamento que acreditava que fosse para sempre, mas que revelou-se apenas mais uma ilusão da minha vida, claro que minha revelação não foi fácil pra ninguém, mas com o tempo minha mãe viu que não tinha muito a fazer a não ser me apoiar, sei que meu pai ainda não engoliu isso até hoje, mas quando estamos juntos ele sabe fingir muito bem.
    Pouco mais de um ano minha mãe conheceu um cara, muito bonito e simpático por sinal, chamado Beto, um cara de 51 anos, super em forma, 1,82m e alguns cabelos grisalhos muito charmosos. No inicio claro que eu não gostei de ver minha mãe com outro homem que não fosse meu pai, mas Beto se mostrou muito gente fina e fazia minha mãe feliz, com o tempo ele buscou se aproximar de mim conseguindo me comprar com presentes e muita camaradagem.

    Faz pouco tempo nos mudamos para a casa dele, onde nos aproximamos mais, pois ele só tinha duas filhas que moravam com a ex-mulher dele e nenhum filho homem, eu, embora gay, nunca fui afeminado, sempre gostei de atividades e programas tipicamente masculinos, então estava sendo o filho que ele não teve. Algum tempo já morando com ele, me convidou para acompanhá-lo à academia que ele frequentava, sempre me mantive em forma praticando esportes, mas nunca frequentei academia, então decidi aceitar pra ver se eu iria gostar. No primeiro dia após os exercícios, fomos juntos tomar uma ducha e foi a primeira que eu vi ele sem roupa, eu tentava desviar o olhar, pois sempre o respeitei muito por causa da minha mãe, mas por vezes meu olhar era puxado a admirar seu corpo peludo, com pelos castanhos e grisalhos que se alternavam, ele estava super a vontade na minha frente, até parecia ter se esquecido do que era que eu gostava, tive que me controlar muito para não ficar excitado. Meus olhos muitas vezes fitavam sua rola fora do normal fotografando-a em minha mente, logo ele me pegou olhando e disse apalpando-a “é isso que tua mãe tem que aguentar toda noite”, eu torci a boca e disse que era desnecessário aquele comentário, ele riu e pediu desculpas da boca pra fora porque ele não estava nem um pouco arrependido. Naquela noite bati uma punheta muito gostosa lembrando dele nu embaixo do chuveiro ensaboando aquela arma de prazer em massa de proporções monstruosas, gozei litros e depois dormi na mais absoluta paz.
    Eu até que gostava de frequentar a academia, mas quanto mais nossa intimidade evoluía, ele começou a fazer brincadeiras mais fortes e um dia não consegui esconder minha excitação, fiquei muito constrangido, embora ele tenha levado na esportiva. Logo comecei a inventar desculpas para não ir mais a com ele, pois não conseguia mais esconder o tesão que ele me provocava, já fazia bastante tempo que eu havia terminado meu namoro e desde então não havia ficado com mais ninguém, um cara de 17 anos excita-se muito facilmente, ainda mais se estiver na seca. Também comecei a evitar ficar sozinho com ele em casa e não demorou pra que todo mundo começasse a estranhar, pois eu costumava me dar muito bem com ele. Minha mãe veio perguntar pra mim o que estava acontecendo, que de uma hora pra outra eu estava me afastando do Beto, claro que eu menti e disse que o problema não era com ele, era só que eu estava enfrentando alguns problemas na escola o que estava me deixando meio avulso, aparentemente ele aceitou a resposta e simplesmente disse que se ela pudesse me ajudar era só eu disse. No dia seguinte Beto disse que queria falar comigo depois do café, eu enrolei tomando café imaginando o tom da conversa, mas não podia ficar ali o dia todo, ele estava terminando de arrumar-se no quarto deles e minha mãe já havia saído, eu ia evitá-lo mais uma vez indo para o meu quarto escovar os dentes, quando ele me viu passar e me chamou, eu entrei no quarto e fiquei em de pé esperando ele começar a falar. Logo ele me mandou sentar, me sentei na beira da cama e ele se sentou próximo de mim, me perguntou o que ele havia feito, fingi que não sabia do que ele estava falando e disse que nada, então ele começou a enumerar todo o meu comportamento nos últimos dias, quando terminou de falar perguntou se esperava que ele acreditasse que não havia nada errado e colocou a mão sobre minha perna, não consegui ignorar a mão dele me tocando e disse pra ele não fazer aquilo, peguei o travesseiro e coloquei sobre meu colo pra esconder minha ereção, logo ele entendeu qual era o problema e perguntou se eu estava apaixonado por ele, eu disse que não, era só que não conseguia mais ficar sozinho com ele sem me excitar, principalmente depois de ver ele pelado tantas vezes na academia, então disse a ele que era melhor eu arrumas um namorado logo ou ir morar com meu pai antes que eu fizesse alguma coisa que me arrependesse. Depois da nossa conversa o deixei pensando e sai do quarto dizendo apenas que minha mãe não precisava ficar sabendo da nossa conversa.
    Poucos dias depois minha mãe teve que viajar a negócios, coisa normal, eu já estava acostumado, geralmente não durava mais que um final de semana e geralmente eu vou pra casa do meu pai, mas era a primeira vez que ela viajava desde que nos mudamos pra casa do Beto, devido o que estava acontecendo, disse a ela que iria pra casa do meu pai como de costume e claro escondendo meus reais motivos, mas ela disse que era pra fazer companhia pro Beto enquanto ele não estivesse, então disse a ela que ficaria, mas não tinha nenhuma intenção de fazer isso. Algumas horas depois que ela viajou, fui até meu quarto e coloquei algumas roupas numa mochila, quando eu estava prestes a sair, Beto apareceu e perguntou pra onde eu ia, eu falei que estava indo passar o final de semana com o meu pai e ele já sabia o motivo, então ele disse pra mim ficar que ele não queria ficar sozinho, a cara que ele fez deu até dó, mas eu disse a ele que não queria me arrepender depois, então ele veio até mim, pegou a mochila da minha mão e disse mancinho que eu não iria me arrepender, pronto, foi o suficiente pra me desarmar, não lembro quem tomou a iniciativa, quando me vi já estava grudado na boca dele com sua barca a pinicar meu rosto.
    Fomos para o quarto e sem muita cerimônia tiramos nossas roupas, nossos cacetes já estavam mais do que duros. Ele sentou-se na beira da cama com as pernas abertas, cheguei a sentir um frio na barriga quando eu vi aquela tora ereta na minha frente, eu não era mais virgem, mas meu cuzinho nunca tinha enfrentado um desafio tão grande, logo ele fez um gesto com a mão me chamando a mamar sua rola corpulenta, não me fiz de rogado, me ajoelhei aos seus pés e engoli o quanto pude daquele caralho que mal cabia na minha boca, eu chupava e alternava entre seu pau e sua bolas enquanto ele se contorcia e urrava como um urso. Logo ele disparou “Eli, tu chupa muito, cara, mas eu tô querendo é rasgar esse teu cuzinho inteiro”, um arrepio gelado percorreu minha espinha, um misto de excitação e medo, mas eu não iria arregar, mesmo que eu não conseguisse nem sentar no dia seguinte. Ele me disse onde estavam os preservativos e o lubrificante, eu peguei uma camisinha tamanho especial, coloquei nele e depois caprichei no lubrificante espalhando bem, coloquei um pouco mais de lubrificante na mão e passei no meu cuzinho lubrificando e abrindo caminho com meus dedos, ele só me observava deitado com as pernas pra fora da cama masturbando-se levemente com um sorriso nos lábios que misturava orgulho e tesão.

    Quando me senti pronto, me virei de costas, ele veio mais pra beirada da cama e abriu mais as pernas, eu posicionei o pau dele na minha entradinha e comecei a sentar devagar, fechei os olhos e fui me guiando apenas pelo tato, a penetração estava difícil e por vezes eu segurava a respiração, mas ele foi muito paciente e a cada tentativa eu conseguia ir um pouquinho mais longe, até que eu consegui colocar a cabeça do pau dele pra dentro, minhas pregas estavam no limite me proporcionando uma sensação de dor gostosa e um sentimento de superação, logo fui deslizando devagar fazendo pequenas paradas para adaptar meu cuzinho ao formato do pau dele. Quando consegui chegar à base e senti seus pentelhos roçando minhas nádegas foi uma sensação maravilhosa e eu estava muito orgulhosa de mim, sentindo meu cu totalmente preenchido, ele começou a acariciar meus quadris e minhas costas dizendo pra cavalgar gostoso no pau dele, foi exatamente o que eu fiz. Logo ele estava me comendo de quatro, frango assado e de ladinho sendo comido como nunca antes havia experimentado, meu corpo tremia de prazer e gemia descontroladamente, ele me levou a gozar duas vezes, antes dele finalmente me segurar firme e explodir em gozar aos urros, chegando a me arrepiar intero.
    Depois de ambos mais do que satisfeitos, ficamos ali largados olhando para o teto, suados e ofegantes, eu não conseguiria me levantar mesmo que eu quisesse, pois minhas pernas estavam tremulas, então ele me confessou que não fazia sexo anal com minha mãe, porque ela tinha medo, mas ele adorava e eu tinha um cuzinho muito gostoso. A menção da minha mãe me deixou sentindo culpado e disse a ele que me sentia traindo ela, então ele me perguntou se eu estava arrependido, disse que não e antes de eu terminar o que eu ia falar, ele disse que era pra esquecer esses sentimentos porque ele iria querer me comer o final de semana inteiro, eu sorri e o beijei mais uma vez. Assim foi o final de semana inteiro, transamos no chão da cozinha, em cima da mesa, no sofá da sala, no tapete, no banheiro e outras vezes no quarto novamente, dormimos juntos e não nos demos ao trabalho de vestir roupas, ficávamos o tempo todo nus dentro de casa, parávamos apenas para ir ao banheiro, comer e beber água, já estava ficando assado, mas só passava uma pomadinha e começávamos de novo.

    Quando minha mãe chegou, foi difícil de agir como se nada tivesse acontecido, mas nunca contei nada do que havia acontecido. No decorrer da semana eu voltei a freqüentar a academia e minha relação como Beto estreitou-se ainda mais, com o tempo me tornar amante do meu padrasto tornou-se tão natural pra mim que eu já não sentia mais culpa. Certa vez chegamos a transar no vestiário da academia em um dia de pouco movimento e isso foi só o começo para muitas outras coisas que começamos a aprontar juntos.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Poema: Pornô para Marcelo

O cilindro formado
pelo espaço vazio
na mão que se fecha
delineia a rola ausente
do amante antigo.
Então chupo com avidez
a glande escura gerada
no tesão da lembrança
do corpo forte de Marcelo.
Dela recebo o esperma
tépido no lábio circunflexo
e na língua rósea estendida
para engolir a negra hóstia
ou pétreo pênis que ejacula.
Marcelo contraiu Aids
nos cines pornôs Ritz e Astor
ao final de nosso caso breve
e hoje fode arcanjos gays
e querubins frescos iluminados
nos campos minados de desejo
de satânicos paraísos perdidos.
Bichas mil o cercam e lutam
entre si pela dádiva de seu pau
de ébano sempre ereto
a penetrar cus e bocas ávidas.
Gritos de dor e prazer ecoam
no saguão amplo do firmamento.
Arcanjos e querubins buscam
noite e dia penetrações divinais.
Como aves de rapina do deserto
disputam, ferozes, a presa farta
das virilhas de Marcelo, tesudo
em meio ao pandemônio celeste
de paixões demoníacas desenfreadas.
Enquanto isso, o Mestre e Senhor
– clone de Amy Winehouse –
esquálido e fissurado no portal,
masturba o corpulento chaveiro
de barba branca e rola flácida
nesse paradisíaco bacanal.
Na solidão e silêncio do meu quarto
as cortinas cerradas deixam entrar
alguns raios tímidos da aurora.
E de novo e de novo e mais uma vez
a rola pétrea e macia de Marcelo
penetra minha boca e cu frouxo
sobre lençóis úmidos de suor e gala
em infinitas felações e sodomias.
O passado intato como nasceu.


Autoria: Paulo Azevedo Chaves

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Poema: Descanse em Paz

mandaram que ele matasse
vários homens
– e lhe deram medalhas
quando resolveu
amar outro homem
– lhe deram facadas


Autoria: AYMMAR RODRIGUÉZ

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Filme: Do Começo ao Fim

Titulo Original: Do Começo ao Fim

Gênero: Drama
Duração: 90 min.
Origem: Brasil
Estreia: 27 de Novembro de 2009
Direção: Aluizio Abranches
Roteiro: Aluizio Abranches
Distribuidora: Downtown Filmes
Censura: 18 anos
Ano: 2009


SINOPSE

 Do Começo ao Fim é uma história de amor. A história de Francisco e Thomás e de sua família: Julieta, Alexandre e Pedro. Com uma narrativa particular o filme pretende contar a história de um amor incondicional como uma possibilidade, como um contraponto para um mundo cheio de violência, medo e intolerancia.

1986, Thomás, filho de Julieta e Alexandre, nasce com os olhos fechados e assim permanece durante várias semanas. Julieta não se preocupa e diz que quando o filho estiver pronto, que quando ela quiser, ele abrirá os olhos. Foi assim, nos primeiros dias de vida de Thomás aprendeu que era livre arbítrio. Um dia, sem mais nem menos, Thomás abre os olhos e olha direto para Francisco, seu irmão de 6 anos. 1992 Julieta é uma linda mulher e uma mãe amorosa. É médica de um hospital e trabalha no setor de emergência. É casada pela segunda vez com Alexandre, pai de Thomás. Pedro, seu primeiro marido e pai de Francisco mora na Argentina. Julieta e ele continuam bons amigos.

Durante a infância, os irmãos são muito próximos, talvez próximos demais, segundo Pedro, que passa uma temporada com eles em Buenos Aires. Anos mais tarde, quando Francisco tem 27 anos e Thomás 21, Julieta morre repentinamente em um acidente de carro. Francisco e Thomás se tornaram amantes e vivem uma extraordinária história de amor.


TRAILER DO FILME "DO COMEÇO AO FIM"

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Poema: Ouve, meu anjo

Ouve, meu anjo:
Se eu beijasse a tua pele?
Se eu beijasse a tua boca
Onde a saliva é mel?

Tentou, severo, afastar-se
Num sorriso desdenhoso;
Mas aí!,
A carne do assasssino
É como a do virtuoso.

Numa atitude elegante,
Misterioso, gentil,
Deu-me o seu corpo doirado
Que eu beijei quase febril.

Na vidraça da janela,
A chuva, leve, tinia...

Ele apertou-me cerrando
Os olhos para sonhar -
E eu lentamente morria
Como um perfume no ar! 


Autoria: António Botto

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Poema: Corpo Molhado

Há uma visão que é cheia de encanto
Ficar te olhando enquanto tomas banho
Vendo a água que desliza no teu corpo
Me causa arrepio e um desejo louco...

Enquanto te molhas longamente
Sentes na pele a água corrente
Sinto a alegria que te invade neste instante
Causando em mim um desejo excitante...

É algo que gosto imensamente
Passar o sabonete maliciosamente
Enquanto te olho indecentemente...

Te admirar assim, todo molhado
Me deixa os instintos assanhados
Que pecado seria... Não cair em teus braços!


Autoria: N. Santos

Conto: Boa Ação


    Por volta dos meus 20/21 anos eu ainda estava na faculdade, estudava a noite e sempre chegava tarde, pois além da faculdade onde estudava ser longe eu ainda dependia de transporte público. As vezes era um pouco perigo, pois sempre quando chegava na parada mais próxima de onde morava já passava da meia noite e as ruas muitas vezes estava desertas, mesmo nessa situação nunca aconteceu nada comigo.
    Em uma noite dessas desci na parada e caminhei pouco mais de um quarteirão quando um carro vermelho foi diminuindo a velocidade e parou do meu lado. Logo a janela do carro foi-se abrindo e um homem branco de cabelos e olhos castanhos, barba no rosto surgiu na janela, ele não devia ter mais de 40 anos e estava bem em forma. Ele disse se chamar Giovanni, disse que não conhecia muito bem aquela região e estava meio perdido, então me perguntou se eu sabia onde ficava determinada rua, pois de lá ele saberia se orientar, expliquei a ele passo a passo como chegar até a rua que ele procurava, mas ele disse que não estava conseguindo entender muito bem e me perguntou se eu estava com pressa, se não eu poderia entrar no carro e mostrar o caminho pra ele, depois ele me traria de volta, em seguida deu um sorriso meio malicioso por de trás de sua barba escura que deu meio que a entender querer um pouco mais do que só informação, eu pensei um pouco e concordei mostrar o caminho pra ele, ele não me parecia perigoso e se meu pressentimento estivesse certo sobre o que ele realmente queria, iria valeu a pena entrar no carro. Ele abriu a porta do passageiro e eu entrei no carro, tirei minha mochila das costas e a coloquei sobre as pernas, logo ele botou o carro em movimento.

    A rua que ele disse procurar era um pouco longe de onde nós estávamos, então ele começou a puxar conversa, perguntou meu nome e se eu morava por ali, de onde eu estava vindo, o que eu estudava, se eu trabalhava e então me perguntou se eu era sempre assim de confiar nas pessoas a ponto de entrar no carro de alguém que eu nunca tinha visto na vida, respondi que não, mas ele não me parecia perigoso e dificilmente costumo me enganar, ele ficou calado por alguns minutos olhando fixamente pra frente enquanto dirigia, depois disparou que ele não estava perdido coisa nenhuma, simples havia me visto na rua enquanto ele passava e procurou uma desculpa pra falar comigo, pois havia me achado um rapaz atraente, não consegui segurar uma risada desconcertada, pois não costumo ficar muito a vontade em receber elogios, como não demonstrei nenhuma reprovação ao que ele tinha dito ele tirou uma das mãos do volante e começou alisar minha perna sem nenhuma censura da minha, pois eu já desconfiava o que ele queria quando decidi entrar no carro, quando passamos em frente a um motel, ele parou e me perguntou se eu estava a fim de entrar com ele, eu simplesmente sorri pra ele e essa foi toda a resposta que ele precisava, ele sorriu de volta em aprovação e adentrou com o carro no motel. 
    Já quarto do motel ele não perdeu tempo, me agarrou firme pela cintura e beijou minha boca com ferocidade, eu podia senti firme mente o volume que se formava sob sua calça, quase sem desgruda sua boca da minha foi tirando minha camiseta e me levando em direção à cama, logo ele me empurra sobre ela e tirou rapidamente toda sua roupa sem cerimônias, exibindo um corpo forte e com o peito farto de pelos, não me dando muito tempo para admira-lo ele se deitou sobre mim e veio com os lábios de encontro aos meus novamente, depois foi descendo sua boca pelo meu pescoço, peito, passando a língua pela minha barriga, sua barba me roçava e me atiçava, sua jornada fez uma pausa na base do meu abdômen e seus dedos grossos desafivelaram meu cinto, abriram minha calça e ele a retirando juntamente com minha cueca, com demasia de urgência  sua boca encontrou-se gulosamente com meu pau retesado sugando com vontade voraz, meus dedos se contraiam e se aninhavam em seus curto cabelos escuros, um arrepio de prazer me percorreu a pele ao sentir sua boca quente agasalhar meu sexo pétreo.
    Após quase ter-me feito gozar, ele subiu na cama engatinhou suave parando com a bunda empinada na minha direção deixando seu anel de couro totalmente exposto para mim, ajoelhei-me próximo a ele e levei minha língua salivante a explorar seu botão febril, que se contraia a cada passadela, sem mais delongas ele gorjeou luxuriosamente pedindo para ser comido. Meu corpo formigava excitado, sem perder tempo vesti um preservativo em meu cacete intumescido de tesão e após besuntá-lo, fui penetrando sua carne quente sem muita resistência, ele gemia e se arqueava a cada centímetro de prazer que lhe era introduzido, após meu pau está enterrado até a base ele pediu  pra meter com força sem piedade que ele queria ver estrelas. Não pude resisti à provocação e logo estava encarcando-lhe violentamente a fim de lhe arrancar o coro, a cada estocada ele gemia mais alto sem consegui se conter, até que de sua boca não saiu um gemida e sim um grito que chegou a me assustar, com a surpresa ameacei parar, mas ele disse quase implorando pra não para, um pequeno filete de rubro manchava meu pênis, mas sua expressão e seus gemidos de prazer me tranquilizavam, apenas diminui um pouco a intensidade, mas assim que estava seguro que estava tudo bem, voltei ao ritmo frenético que ele ansiava sem mais incidentes. No compasso acelerado daquela transa flama, meu corpo reluzia coberto de suor e minha respiração tornava-se ofegante, Giovanni colou seu corpo no meu, fazendo um contorcionismo para que sua boca alcançasse a minha.
    Buscando retomar o fôlego, fui sentando sobre meus calcanhares, trazendo o corpo dele colado ao meu e sussurrei próximo ao seu ouvido pra ele rebolar gostoso na minha vara, um sorriso safado brotou em seus lábios e docilmente obedeceu com satisfação, eu recostei meu corpo um pouco mais pra trás para um melhor encaixe e deixei que ele demonstrasse toda sua experiência, então passamos da trepada alucinante ao sexo mancinho apreciando cada sensação de prazer proporcionada pelos nossos corpos suados em atrito, o cheiro quente e unido de sexo, gemidos trêmulos de prazer e o gosto salgado de sua pele salgada me deixavam em mais absoluto êxtase. Passei a mão pela frente do seu corpo começando a fazer no caricias em seu mastro latejante enquanto ele cavalgava sobre meu colo de forma compassada e naquela transa macia ele esporou seu sêmen moro na minha mão, sem abandonar seus movimentos ele pegou minha mão levando-a a sua boca, colocando cada um de meus dedos na mesma e os limpou com sua língua quente, me dando muito prazer ao ver e sentir tão perfeita cena lasciva, depois disse que queria sentir o gosto da minha porra em sua boca. Poucos minutos depois senti meu gozo se aproximando-se e o avisei, ele saiu do meu colo e eu levantei, fiquei de pé sobre a cama e tirei o preservativo, ele então abocanhou começando a sugar sedento meu pau, quase instantaneamente sem poder mais segurar enchi sua boca com meu leitinho quente, ele sorvia tudo com tanto prazer e vontade que chegava a me dar água na boca, minhas pernas ameaçaram falhar, mas consegui me manter firme.
    Mais tarde naquela madrugada ele me levou até bem próximo da minha casa, preservados pelos vidros escuros tirei o cinto para sair e esperei um pouco por mais alguma coisa, como ele não falou e nem fez mais nada, abri a porta do carro e sai, quando eu já estava indo embora, ele abre a janela do carro e me chama de volta, ao me aproximar do carro ele estendeu a mão pra mim e em resposta eu estendi minha mão para tocar a dele e senti que havia algo no interior de sua mão, eu peguei e vi que se tratava de uma quantia razoável de dinheiro, não me senti ofendido, mas deixei claro a ele que não era garoto de programa, ele disse que sabia, mas se sentiria mais confortável se eu aceitasse, sem mais discussão e me sentindo meio usado, mas não arrependido, dei as costas e fui embora levando comigo o dinheiro. Passado bastante tempo depois, eu estava em um barzinho com uns amigos e quando reencontrei ele lá acompanhado do que eu acreditava ser a esposa, ele me olhou fixamente por alguns instante e vi o sangue fugir de sua face, mas para o alivio dele o ignorei, embora meus amigos tenham percebido que ele olhava constantemente incomodado para mim e eu apenas fingi que nunca tinha visto mais gordo.

Kris O'Brian